Na verdade, esse conceito parece muito simples e básico, mas o cenário que vemos na prática é totalmente diferente, em que dietas milagrosas e emagrecedoras vêm ganhando espaço e é triste ver que em conjunto com a esperança das pessoas de terem um corpo mais bonito, a renúncia e a privação são as exigências supremas desses tipos de dieta radicais!
A nutrição holística que tanto falo e acredito, traz um novo olhar e uma nova perspectiva (porém não superior a nenhum outro ponto de vista, é mais uma visão que vem pra SOMAR) para a complexidade que diz respeito aos hábitos alimentares, pois sugere que além de uma alimentação viva, colorida e saborosa, propõe um modelo integrativo de intervenção de saúde, contemplando também os aspectos emocionais e espirituais de cada indivíduo!
Seria muito ingênuo e injusto propor um estilo de vida saudável duradouro, ou seja, sustentável para a vida inteira, sem levar em conta o fato que precisa haver Alegria e Sabor na mesa!
O ato de comer tem como propósito fundamental fornecer adequada nutrição para nossos sistemas orgânicos, e essa funcionalidade vital correlacionada com a gratidão pelo alimento disponível, representa uma verdadeira poesia! Negar este prazer pelo comer seria simplesmente refutar nossa própria natureza…
Contudo, devemos separar o que é ceder diante de uma tentação e outra é nos tornarmos dependentes da sensação de prazer menta incomparável quando experimentamos alimentos “saborosos”, que na verdade são elaborados precisamente para você ficar viciado pois fazem a poderosa união de Açúcar + Gordura!
Precisamos com urgência nos atentar e aprender a ouvir nossa voz interior (intuição), para que possamos pouco a pouco ir nos reeducando, conhecendo até onde podemos ir, e compreendermos que tudo que envolve alimentação e saúde está dentro do processo de Autoconhecimento!
“O sábio escolhe a sua fonte de energia vital e vitalidade positiva tanto na quantidade como na qualidade, fartura nunca foi e nunca será a melhor maneira de nos conectarmos fidedignamente com os alimentos” – Rodrigo Mendanha